sexta-feira, 1 de abril de 2011

3° Tentativa- 4° Dia

Como sempre atrasado.

Mas a culpa disso é por eu andar meio aldo...entado (HAHAHAHAHAH...péssima. Esse blog ainda me leva pra praça é nossa).

Já começo a sentir que estou perdendo algumas coisas com tudo isso. A saúde, por exemplo.

Doente só pode tomar remédio. Há males que vem para o bem.

Maldade é o que fazem meus amigos de futebol, na quinta, que outrora era dia certo de bebedeira até altas horas da madrugada.

Bebem felizes da vida seu líquido dourado, estupidamente gelado. Provocações eles fazem, não respeitando nem o estado moribundo em que esse pobre vagabundo se encontrava ontem. De blusa, gorro e sem forças nem pra me levantar da cadeira para jogar futebol.

Pensei, vou jogar, correr e suar pra ver se melhora. O pensamento engana, caio num dos piores times, que por forças ocultas vence quatro partidas seguidas. Depois disso, só derrotas, corpo suado, parando o vento frio no peito. Resultado nada agradável

Pensei em tomar aquele velho remédio conhecido por todo bebedor antes de tentar o futebol: conhaque, mel e limão. De cada dez bebedores, onze já fizeram essa verdadeira alquimia e se deram bem.

Se faço isso quebro a promessa, e a cara, sou hipocondríaco e acabaria tomando uns dois litros do xarope pra sarar logo.

Chegando cedo após os jogos e sem o hálito de quem esteve, ou permanece inebriado, tenho certeza que minha mãe está acreditando em poder divino.

Intervenção divina seria a minha gripe sarar. Afinal, tal qual um desenho japonês ela tem bastante poder de evolução. Resfriado na primeira forma, gripe na segunda e na forma final pneumonia.

Preciso de sorte, uma enfermeira e um remédio milagroso.

Ou por sorte, eu ainda consigo uma enfermeira que seria um grande remédio, não milagroso e sim, maravilhoso.

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